...pastava em seus trejeitos/rejeitos. Sabia o gosto amargo daquele rosto, contudo viva na perfídia de quem perde e ainda joga. Meu ego gritava por clemência - fazia que não ouvia, mesmo sabendo-lhe detentor da razão. Fora fraco, rastejara: qual verme inútil. Sim, eu havia bradado, a isca havia sido solta, e pelas suas goelas tagarelas, meu manifesto confesso fora exposto. Percebi pelo rosto da aurora seguinte, haviam de lancar-me olhares extranhos, por vezes inoportunos; sabiam, já não havia mais segredo, medo... já não havia mais nada. Vira seus olhos, encontrara o vazio que por tanto perseguira. Ria-me então de minha própria loucura: nadara em águas secas. O vazio que prosseguiu era-me no entanto deveras extranho. Desacostumara meu peito a viver em alívio, asfixiava por agonia, dor, mentira. Procura a melancolia que outrora chorara, e que nesse momento me faltava. Era novo, não gostava. Já não sabia viver em brumas limpas, buscava o rancor da procura.
Encontrei-a então, tão simples, inocente... sim, esse fora eu, não ela... Aliviava-me no entanto; não sabia bem o porquê, nem o como, mas era bom, na verdade, eu ainda não sabia... Procurava seus caminhos, sem ao menos perceber, declarava derradeiro destino, sem ao menos recitar... na verdade, confessava-lhe meu pântano adornado em...
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